terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Me perco em devaneios sobre a vida. Vivencio a imensidão perdida em mim. O infinito aqui dentro torna-se tão compacto. A vida é tão tanto! Tantos corpos e tantas vidas resumidas em uma única substância, um átomo, um sopro, uma alma... Tudo é tão plural e singular. É complexo, abstrato e inexplicável. A definição é sempre tão incompleta...

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